Fisioterapia para síndrome de Down na Zona Sul de Porto Alegre
Síndrome de Down · Hipotonia e marcos motores · Conceito Bobath e PediaSuit · Zona Sul de Porto Alegre · CREFITO 126577-F e 38012-FSim, a fisioterapia ajuda a criança com síndrome de Down. Como a trissomia do 21 costuma vir com hipotonia (tônus muscular baixo) e marcos motores mais lentos, a fisioterapia trabalha força, equilíbrio e coordenação para a criança sentar, engatinhar e andar com mais qualidade. Na Clínica Neuropotencial, na Zona Sul de Porto Alegre (bairro Camaquã), o cuidado é conduzido pelas fisioterapeutas Francine Bonalume (CREFITO 126577-F) e Juliana Cristofari (CREFITO 38012-F), com Conceito Bobath e Protocolo PediaSuit.
Agendar avaliação pelo WhatsAppComo a fisioterapia ajuda a criança com síndrome de Down
Por que a síndrome de Down afeta o desenvolvimento motor
A síndrome de Down, ou trissomia do 21, costuma vir acompanhada de hipotonia, que é a redução do tônus muscular, e de maior frouxidão nas articulações. Isso deixa o corpo mais "molinho" e faz com que marcos como sentar, engatinhar e andar apareçam mais tarde. Não é preguiça nem falta de estímulo: é uma característica que responde muito bem a um trabalho motor bem conduzido.
Como a fisioterapia ajuda
A fisioterapia não busca "corrigir" a síndrome, e sim ajudar a criança a se desenvolver com o máximo de autonomia. O trabalho fortalece a musculatura, melhora o equilíbrio e a postura, estimula a coordenação e evita compensações que atrapalham o movimento. Com isso, a criança alcança os marcos motores com mais qualidade e segurança, respeitando o seu próprio ritmo.
Conceito Bobath e Protocolo PediaSuit
Dois recursos se destacam nesse cuidado. O Conceito Neuroevolutivo Bobath trabalha o tônus e os padrões de movimento por meio do manejo e de estímulos no dia a dia. Já o Protocolo PediaSuit usa um traje com elásticos e uma rotina intensiva para fortalecer a musculatura e melhorar o alinhamento do corpo. A escolha depende da idade e dos objetivos de cada criança.
Quando começar a fisioterapia
Quanto antes, melhor. A estimulação precoce pode começar ainda nos primeiros meses de vida, assim que a família recebe o diagnóstico, aproveitando a fase em que o cérebro do bebê mais se desenvolve. O acompanhamento segue o crescimento e vai mudando conforme a criança evolui, sempre integrado a fonoaudiologia, terapia ocupacional e à orientação da família em casa.
Fisioterapia para síndrome de Down na Zona Sul de Porto Alegre
A Clínica Neuropotencial fica na Rua Afonso Arinos, 635, no bairro Camaquã. O atendimento é conduzido por Francine Bonalume (CREFITO 126577-F), com formação no Conceito Bobath e no Protocolo PediaSuit e 19 anos em fisioterapia neurofuncional, e por Juliana Cristofari (CREFITO 38012-F), com Conceito Bobath e 25 anos de experiência, sendo 14 em estimulação precoce. Atendemos os bairros Camaquã, Tristeza, Cavalhada, Ipanema, Cristal, Hípica, Nonoai, Vila Assunção e região.
Perguntas frequentes
A fisioterapia ajuda a criança com síndrome de Down?
Sim. A fisioterapia trabalha o tônus muscular, a força, o equilíbrio e a coordenação, ajudando a criança a sentar, engatinhar e andar com mais qualidade e a conquistar autonomia no seu próprio ritmo.
Com que idade começar a fisioterapia na síndrome de Down?
O ideal é começar cedo, ainda nos primeiros meses de vida, com a estimulação precoce. Iniciar logo após o diagnóstico aproveita a fase de maior desenvolvimento do cérebro do bebê.
Por que a criança com síndrome de Down tem hipotonia?
A hipotonia, que é o tônus muscular mais baixo, é uma característica comum da trissomia do 21. Ela deixa o corpo mais mole e torna os marcos motores mais lentos, mas melhora com o trabalho de fisioterapia.
Criança com síndrome de Down demora mais para andar?
É comum que ande mais tarde do que outras crianças, por causa da hipotonia e da frouxidão nas articulações. Com acompanhamento adequado, a maioria aprende a andar; o tempo varia de criança para criança.